Um dos gestores da Organização Social Cruz Vermelha Brasileira na Paraíba deve pagar R$ 3,7 milhões, devido a superfaturamento em um dos contratos realizados no Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. A decisão ocorreu durante uma sessão ordinária do Tribunal de Contas da Paraíba.

De acordo com o Tribunal, o contrato em questão é de 2015, firmado com uma empresa de comércio de alimentos, com o objetivo de oferecer serviços de nutrição e alimentação para a unidade de saúde.

O Pleno do Tribunal concluiu o processo que julgou irregular a gestão da OS – Organização Social Cruz Vermelha, desta vez, no tocante ao Contrato nº 20/2015, firmado entre a OS e a empresa Gastronomia Nordeste Comércio de Alimentos Ltda, objetivando serviços de Nutrição e Alimentação para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

O relator foi o conselheiro Marcos Antônio Costa, que votou pela imputação do débito ao gestor da OS, Milton Pacífico José Araújo, no valor de R$ 3.7 milhões, em razão de superfaturamento. Ainda cabe recurso.

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