Durante o café da manhã com jornalistas estrangeiros, na última sexta-feira, 19 de julho, o presidente da República, Jair Bolsonaro, chamou os governadores do Nordeste de “paraíbas”.

Um grupo de 11 deputados e senadores da oposição entraram com representação no Ministério Público Federal, nesta quinta-feira (25), para que sejam apurados possíveis crimes cometidos por Bolsonaro, entre eles o de racismo.

Documento assinado por 11 parlamentares tem base na declaração do presidente em que ele chama os governadores do Nordeste de “paraíba”.

Coordenados pelo vice-líder do PCdoB, deputado Márcio Jerry (MA), os parlamentares também pedem a investigação da prática do ato de improbidade administrativa, por violação de princípios constitucionais da Administração Pública, como a impessoalidade e a moralidade, assim como dano moral coletivo, causado pelos atos de racismo e ameaça de perseguição interfederativa.

De acordo com o texto, a manifestação racista, que teve como alvo os cidadãos nordestinos, feriu a ética, a moralidade pública, o decoro, o respeito aos direitos humanos, em nome de fins políticos ou ideológicos, e representa uma “inequívoca afronta ao tratamento isonômico” que deve ser destinado aos estados.

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