O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, teve um encontro, nesta quarta-feira (11), com a bancada de deputados federais do Paraná.

Durante a reunião, Ramos foi cobrado pela liberação de cargos e verbas relacionadas ao acordo para a aprovação da reforma da Previdência na Câmara.

Na ocasião, o deputado federal Ricardo Barros(PP-PR) fez uma intervenção para dizer que “o presidente não pode demitir deputado, mas o deputado pode demitir o presidente”.

Barros, que foi ex-ministro da Saúde do governo Michel Temer (MDB), acrescentou que se precisar demitir o presidente nós demitimos.

“Se precisar demitir o presidente nós demitimos, ele não pode demitir o Congresso. A palavra é nossa final, ele é que tem que querer estar de bem conosco. Se ele não quer, está ótimo para nós. O Congresso está vivendo um ótimo momento com essa independência.”

O ministro da Secretaria do Governo disse que a declaração de Barros não teve nenhuma intenção provocativa e que o deputado fez apenas uma explanação sobre o presidencialismo de coalizão:

“Foi uma conversa bem franca. Ricardo Barros, que é um deputado muito experiente, fez uma explanação sobre presidencialismo de coalizão. Disse que o Parlamento já impediu Collor e Dilma. Não teve nenhuma intenção negativa, e a conversa foi muito boa.”

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