O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira (9), que não pretende deixar o Partido Social Liberal (PSL) “de livre e espontânea vontade”.

Quanto à possibilidade de ser afastado da legenda pelo presidente, deputado federal Luciano Bivar (PE), Bolsonaro disse que era um “direito dele”.

Em conversa por telefone com O Antagonista, o chefe do Executivo alertou que sua eventual expulsão teria efeito negativo para a sigla:

Comigo fora da legenda, a tendência do PSL é murchar. Se eu sair, é natural que muita gente saia também.”

Bolsonaro se mostrou disposto a resolver o imbróglio com Bivar, mas reiterou suas críticas.

“Não integro a Executiva, só estou filiado ao partido, mais nada. Essas são as reclamações. Eu não quero esvaziar o partido. Quero que funcione. O PSL caiu do céu para muita gente, inclusive para o Bivar. O que faço é uma reclamação do bem. O partido tem que funcionar, tem que ter a verba distribuída, buscar solucionar os problemas nos diretórios. Todo partido tem problema. O presidente, o tesoureiro, eles têm que solucionar isso.” Disse o presidente.

Mais cedo, em conversa com a jornalista Andreia Sadi, do site G1, Bivar disse que Bolsonaro “já está afastado” do partido.

“A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido.” Relatou Bivar.

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