Representando a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) participou, nesta segunda-feira (11), da solenidade de entrega do Complexo Habitacional Aluízio Campos, em Campina Grande. Na ocasião, o parlamentar entregou um ofício com solicitações em nome do estado ao presidente Jair Bolsonaro, que fez sua primeira visita à Paraíba desde que assumiu a Presidência da República.

No documento entregue, o parlamentar solicitou a atenção do presidente em importantes áreas do Estado e em ações importantes de convivência com o semiárido, entre eles: celeridade na conclusão das obras de reparação do eixo leste da Transposição do Rio São Francisco, para complementar o abastecimento de água de Campina Grande e mais 18 municípios, que correm o risco de sofrer novo colapso; a inclusão da Rainha da Borborema na agenda de captação de novas indústrias com o intuito de gerar emprego e renda e recursos para o Programa do Leite.

Além disso, o documento também tratou sobre incentivos à geração de energias limpas e a utilização do etanol; formulação de políticas para desenvolvimento do semiárido e reavaliação dos critérios no Pacto Federativo, que entre outras coisas, propõe a extinção de 68 municípios da Paraíba.

“Defendemos que as cidades que estão se desenvolvendo e crescendo permaneçam como municípios. Extinguir os municípios avaliando meramente apenas o número de habitantes, sem levar em conta, também, os indicadores sociais, aspectos históricos e culturais, pode trazer mais danos do que benefícios para a população”, diz trecho da carta assinada por Tovar.

Agropecuária

Na área da agropecuária, o parlamentar solicitou uma solução definitiva para o problema do endividamento rural. Pediu o fortalecimento do Programa do Leite, que se mostrou de forma exitosa que os frágeis produtores do Sertão têm a capacidade de se organizar em uma cadeia produtiva. Destacou que o programa chegou a comercializar 120 mil litros diariamente em 2009 e que hoje não chega a 20 mil litros, uma queda de aproximadamente 80%. “Para que o programa volte a ter a pujança do passado, é necessário um aporte de recursos para fazer frente à aplicação da lei federal 13.789/2019, que amplia para 35 litros por dia a quantidade de leite ofertado por produtor”, afirmou.

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