Veneziano destaca que o algodão tem ressurgido, nas últimas décadas, em todos os estados do Nordeste, como uma das principais fontes econômicas. E que o crescimento de muitas cidades do sertão nordestino está diretamente relacionado à produção de algodão, que alcançou o auge na década de 1970. Em Campina Grande e região, por exemplo, há um conglomerado de empresas têxteis de alta expressividade, além de diversos artesãos que acessam o conhecimento gerado nos laboratórios da Embrapa e exportam os produtos para outros estados e diversos países.

De acordo com os pesquisadores da Unidade Embrapa Algodão, esse laboratório é essencial para avaliar a qualidade das fibras de algodão e dos experimentos de campo. Além disso, existe o risco de informações sigilosas da pesquisa serem divulgas ou apropriadas por terceiros.

“A excelência do trabalho desenvolvido pelos que fazem a Embrapa, ao longo das suas décadas de existência, tem papel fundamental no acesso da população a uma alimentação digna, além de cumprir papel estratégico na garantia da soberania nacional no desenvolvimento de produtos, como o algodão colorido, e na composição do Produto Interno Bruto (PIB), para o crescimento do país”, disse Veneziano, destacando que a Embrapa vem sofrendo um sorrateiro processo de desmonte, arquitetado pelo Governo Federal e executado por sua atual diretoria, orientados à construção de um Estado mínimo, com entrega das riquezas brasileiras aos interesses privados.

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