A vereadora Eliza Virgínia (Progressistas) abordou dois temas em seu pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). A parlamentar anunciou que vai encaminhar requerimento à bancada federal paraibana, solicitando apoio para aprovação à Proposta de Emenda à Constituição – PEC 199/2019 , que permite a prisão após condenação em segunda instância. Eliza ainda apresentou nova denúncia encaminhada ao aplicativo do seu mandato ‘Alô Educação’, com suposta incitação a desrespeito ao atual presidente da república.

Inicialmente, a vereadora revelou sua satisfação pelo fato de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados ter aprovado por 50 votos favoráveis e 12 contrários, na tarde de ontem (20), o relatório da PEC 199/2019.

“Há países que permitem a prisão após a segunda instância, e alguns outros, até já na primeira instância. Então, precisamos garantir a prisão após a segunda instância em nosso país, onde os processos na justiça caminham lentamente. O povo que vota contra essa PEC é da esquerda, que fala tanto nos pobres e não lembra que os pobres não chegam às últimas instâncias. Só vejo rico chegando às últimas instâncias”, afirmou a vereadora. Ela então anunciou que vai encaminhar um requerimento aos 12 deputados federais paraibanos para votarem a favor da matéria. “Não podemos permanecer com essa dubiedade e insegurança jurídica por que passa o nosso país, dependendo sempre da visão de quem está no poder”, comentou a vereadora.

Eliza Virgínia também externou na tribuna da CMJP mais uma denúncia encaminhada ao aplicativo de seu mandato ‘Alô Educação’, com um suposto desrespeito ao atual presidente da república. A parlamentar também exibiu um vídeo encaminhado pelo aplicativo. “O ‘Alô Educação’ está indo de vento em popa. Através dele, recebi um vídeo que mostra alunos da Escola Estadual Olivina Olívia Carneiro da Cunha sendo incentivados por um adulto xingarem o presidente Jair Bolsonaro. Isso é um desrespeito à maior autoridade de nosso país. É uma falta de educação incentivada dentro de uma escola e isso é inadmissível. Se a escola está dentro do município de João Pessoa tenho o direito de fiscalizar”, arguiu a vereadora que informou ter protocolado uma denúncia junto ao Ministério Público da Paraíba (MPPB).

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