Pré-candidato à prefeitura de Campina Grande, o ex-deputado estadual Bruno Cunha Lima (sem partido), que chegou a atuar como líder da oposição ao Governo Ricardo Coutinho na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tratou, em entrevista nesta quinta-feira (05), como previsível o ocaso que o ex-governador socialista vem sofrendo diante dos desdobramentos do racha no PSB, já que, segundo ele, Ricardo não tinha aliados, mas sim reféns.

Ele lembrou, inclusive, que em seu último discurso como parlamentar fez a previsão ao destacar que, sem a força da caneta, Ricardo também perderia a força política.

“Eu dizia quando deixei o parlamento, nesse microfone, que quem vivesse viria o ocaso que Ricardo iria encontrar quando largasse a caneta. Ricardo nunca teve aliados, através do poder do governo do estado ele fazia uma espécie de reféns, pessoa que se aliavam ao governo graças a força da caneta que ele exercia de forma muito intensa, só que ele tentou continuar exercendo essa força fora do mandato e aí é aquela história, o mal por si se destrói”, ressaltou

Apesar de atualmente não ter nenhum alinhamento com o governador João Azevêdo, Bruno analisa que, como ser humano, o chefe do executivo não iria aceitar ter a responsabilidade de aparecer, de se responsabilizar pelos atos, e não ter o poder de decisão.

“Apesar de não ter nenhum alinhamento hoje com João, mas tenho certeza que na condição de ser humano ninguém suporta ser subordinado a vida toda, principalmente você tendo a responsabilidade de seu nome aparecer, uma espécie de alter ego, de eminência parda, continuar querer comandar o governo. Esse tipo de sistema já tem repetidos exemplos de que não funciona”, alertou.

 

 

Fonte: Blog do Ninja

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