Coriolano Coutinho (irmão do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho), preso desde o último dia 17, na Operação Calvário VII, sob a acusação de integrar o núcleo financeiro operacional de uma organização criminosa que desviou R$ 130 milhões da Saúde e Educação, tem como advogado o pernambucano, Ademar Rigueira.

Segundo a Denúncia do MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, n. 019/2017, Ademar Rigueira Neto, atuou em 2012 como intermediário de repasses ilegais no valor de R$ 200 mil ao Desembargador Federal, Paulo de Tasso Benevides Gadelha (falecido), no TRF5.

O objetivo, segundo o MPF, era obter um habeas corpus (HC) e desbloquear os bens de Rychardson de Macedo Bernardo, preso pela Operação Pecado Capital que apura fraudes no instituto de Pesos e Medidas no Rio Grande do Norte. O plano deu certo, mas em 2015, Rycharson fez acordo de delação premiada e revelou ter repassado os recursos para a compra do HC.

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