Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), impetrada pela coligação “Força da Esperança”, encabeçada por Lucélio Lucélio, que pede a cassação da chapa do governador João Azevêdo (PSB), por irregularidades na campanha eleitoral, deve ser analisada pela Justiça Eleitoral.

De acordo com informações de bastidores, há uma preocupação crescente entre os aliados do governador João Azevêdo Lins (Sem Partido) por conta das denúncias de Caixa 2 em sua campanha, confirmadas pelas delações no âmbito da Operação Calvário.

Até o momento, o que mostram as decisões da Justiça é que o foco do trabalho do Gaeco/MPPB está na corrupção e lavagem de dinheiro, ou seja, em questões penais, cuja competência é da Justiça Comum.

Se o foco mudar para o eleitoral, o caso poderá migrar. Conforme jurisprudência do STF, a competência para processar e julgar crimes comuns que apresentem conexão com crimes eleitorais, é da Justiça Eleitoral, que não teria estrutura nem a agilidade da Justiça Comum.

Os aliados do governador já estão convictos de que o Gaeco fatiou a investigação, a exemplo da Lava Jato, de modo a deixar as questões eleitorais para uma 2ª etapa, que se aproxima.

 

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