O pedido realizado pela defesa do ex-governador Ricardo Coutinho para a retirada da tornozeleira eletrônica imposta a ele como medida cautelar foi negado, nessa quinta-feira (05), pela ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A medida foi imposta pelo desembargador Ricardo Vital, relator da Operação Calvário no Tribunal de Justiça da Paraíba.

O pedido tinha sido protocolado na última segunda-feira (2). No mês passado, a Sexta Turma do STJ manteve o ex-governador livre, mas impôs uma série de medidas cautelares, além de autorizar o desembargador Ricardo Vital a acrescentar medidas cautelares que entendesse necessárias.

O ex-governador é apontado pelo Ministério Público da Paraíba como chefe da da quadrilha que teria desviado pelo menos R$ 134 milhões da Saúde e Educação por meio de contratos com organizações sociais. O socialista chegou a ser preso na sétima fase da Operação Calvário, no dia 17 de dezembro do ano passado, mas acabou solto dois dias depois por meio de habeas corpus do ministro Napoleão Maia, do STJ.

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