O Ministério da Economia estuda a liberação de uma nova rodada de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A ideia da autorização dos recursos é trazer mais dinamismo à economia durante a epidemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19). Segundo o Secretário Especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, a ideia é colocar os 14.8 bilhões de reais que ainda não foram resgatados do saque imediato e recolocá-los em circulação no mercado.

O saque imediato, autorizado em julho do ano passado, liberou até 998 reais por conta do trabalhador. O prazo para a retirada do dinheiro termina no próximo dia 31 e 34 milhões de pessoas ainda podem sacar o benefício.

Segundo Waldery, a nova rodada de saques ainda está em elaboração. Com isso, regras e calendário não foram detalhados mas devem fazer parte dos próximos anúncios do Ministério da Economia.

Na semana passada, a pasta anunciou duas medidas de mitigação de danos econômicos no cenário de crise vinculadas ao fundo. Uma delas flexibiliza o prazo em até três meses para que empresas depositem o FGTS dos empregados. Outra, transfere os 21,5 bilhões de reais das cotas do PIS/Pasep para o sistema do FGTS. De acordo com Waldery, essa segunda medida dá mais liquidez ao FGTS.

 

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