A Secretaria Estadual de Saúde tornou sigilosos processos administrativos que se referem a contratações emergenciais para o combate ao novo coronavírus. Os gastos somam ao menos R$ 1 bilhão, segundo a Folha.

Mais cedo, o jornal publicou que a organização social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde), com histórico de má gestão em unidades de saúde, foi contratada por R$ 835 milhões para construir e administrar os 1.400 leitos dos sete hospitais de campanha no estado.

Na semana passada, O Antagonista revelou também um contrato de R$ 10 milhões a para criação de um aplicativo para fornecer informações à população sobre a pandemia – o contrato acabou cancelado.

O G1 também publicou semanas atrás que Witzel demitiu a subsecretária de Saúde Mariana Scardua após queixas sobre gastos do subsecretário-executivo da pasta, Gabriel Neves.

Um dos gastos se refere ao contrato de R$ 76,5 milhões, sem licitação, com a empresa OZZ Saúde Eireli para fazer a gestão do SAMU na cidade do Rio, que antes era feita pelo Corpo de Bombeiros.

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