O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a recuperação econômica do Brasil, após a crise do novo coronavírus, será em “V”, com retomada tão rápida quanto a queda.

Para Guedes, não se pode deixar que a economia entre em uma grande depressão. Na avaliação dele, o Brasil tem tomado medidas melhores ou iguais que a de outros países, inclusive países avançados. “Todo dia tem barulho, mas Brasil está avançando e progredindo”, declarou.

Na visão do ministro, as hipóteses do governo para os efeitos econômicos do novo coronavírus, quando ainda se pensava que o choque seria apenas no comércio exterior, se revelaram razoáveis após os primeiros dados da balança comercial.

“As exportações brasileiras não caíram ainda, estão subindo. A queda para Europa foi de 1%. Para os Estados Unidos, caíram mais de 30%. Para Argentina, também foi uma queda de mais de 30%. Mas a queda foi compensada pelo aumento acelerado adivinha para quem? Para a China”, declarou.

Segundo Guedes, a ficha de que o coronavírus seria uma pandemia que afetaria também o Brasil caiu entre o fim de fevereiro e o início de março. “Disparamos medidas imediatamente”, disse o ministro, citando a antecipação de benefícios para aposentados; inclusão de 1,2 milhão de pessoas no bolsa família, diferimento de tributos e criação de linhas de crédito emergenciais pela Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na opinião de Guedes, o presidente Jair Bolsonaro tem sido mal interpretado. Segundo o ministro, a orientação do presidente é preservar vidas e empregos.

“A nossa volta pode ser em V, temos capacidade de reagir novamente. Vamos surpreender de novo o mundo”, finalizou.

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