O presidente da República, Jair Bolsonaro, reafirmou, que as medidas mais duras de isolamento social defendido pelo governador João Azevêdo (Cidadania) para tentar conter a proliferação do coronavírus no Brasil é uma “tirania”.

Em publicação nas redes sociais, Bolsonaro criticou os apoiadores da medida: “O desemprego, a fome e a miséria será o futuro daqueles que apoiam a tirania do isolamento total.” Acompanhando a mensagem, Bolsonaro compartilhou um vídeo de ontem com uma declaração do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni (DEM-RS)

 Lorenzoni afirma: “Desde o início dessa pandemia no Brasil, o presidente Bolsonaro sempre teve a preocupação de poder equilibrar as ações e os cuidados na área da saúde com as ações na área econômica, e principalmente se preocupou com uma rede de proteção que pega os vulneráveis, os que têm contrato de trabalho e a condição de que o país pudesse enfrentar com equilíbrio, bom senso e racionalidade.”

E acrescenta: “O presidente deu à área da saúde todas as condições para que o SUS se fortalecesse, para que os hospitais pudessem se equipar. O apoio foi dado a governadores e prefeitos.”

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